Vinil Rio: Aposta em coquetelaria clássica e surpreende com suas criações

Vinil Rio | Foto: Rodrigo Azevedo

O Vinil Rio é um cantinho intimista dedicado aos
apreciadores da boa música e coquetelaria em pleno burburinho da Rua Dias
Ferreira, no Leblon. Aberto em junho de 2016, o bar encontrou na música a
sua principal inspiração, a começar pelo nome. Nas paredes estão expostas mais
de 140 capas de LPs, pôsteres de astros internacionais, como Michael Jackson e
John Lennon
, e três TVs que exibem os clipes da trilha sonora da casa. A música
também influenciou na elaboração dos drinques, estrelas do cardápio do bar, e
deu nome a eles com os títulos de alguns hits conhecidos do público.

Do balcão de madeira, saem mais de 20 opções de drinques
preparados por uma dupla de bartenders: o argentino Martín Lafinur e o
colombiano Richard Tafur. São eles os responsáveis por repaginar coquetéis
clássicos servidos na casa, “Gosto de modificar receitas. Percebi, por exemplo,
que a tequila é uma bebida que pode dar um toque refrescante ao drinque e uma
ótima pedida nos dias de calor aqui no Rio. Um exemplo disso é o Fisrt Patron Collins
que é feito com Patron Silver e adiciono pepino, xarope, limão e soda, uma
combinação suave e refrescante, perfeito para um dia de calor.”, conta Martín.
Na dúvida sobre qual coquetel escolher, os 12 lugares disponíveis no balcão são
uma ótima opção para o cliente acompanhar de perto a movimentação de
bailarinas, dosadores, coqueteleiras e cia, difícil não sair de lá com um copo
na mão. “Gosto de destacar o drinque West Hot West que também leva Patron
Silver na receita. Finalizo esse drinque com fogo, o que destaca seu aroma e
apresentação.”, completa Richard.

A lista de coquetéis inclui o tradicional Mojito numa nova
versão onde o rum é substituído pelo gin: o Revolution Mojito (R$43), preparado
com Hendricks, grapefruit, hortelã, xarope e soda. A bebida pode também ser
pedida com Bombay Sapphire (R$33). A música também inspira a assinatura de
alguns drinques da casa. O sexto álbum de Rod Stewart cruzou o Atlântico e
desembarcou no bar com o Crossing Atlantic (R$29), receita que leva dois tipos
de whisky, Jim Beam White e The Black Grouse, combinado com grapefruit e xarope
e Angostura. Tem ainda um  Like a Virgin! A Madonna’s
Cocktail (R$31), inspirado no ícone pop, com Grey Goose, romã, limão e
cointreau com infusão de limão siciliano. “Quando fiquei sabendo que o bar
teria uma identidade musical comecei a pesquisar na internet e vi que a Madonna
é fã de romã, então preparei um coquetel em homenagem à ela. Peguei a base do
Cosmopolitan e adaptei.”, conclui Martín.

Um dos drinques mais famosos do mundo, o Dry Martini pode
ser pedido com até cinco diferentes tipos de gin, de acordo com o gosto do
cliente: Bombay Sapphire (R$35), Tanqueray (R$37), Hendricks (R$55), The
Botanist (R$55) e Ten Martini (R$45), feito com Tanqueray. Já o Bloody
Mary pode ser pedido em sua versão tradicional – à base de suco de tomate,
limão siciliano, aipo, manjericão, molho inglês vodca -, ou a receita assinada
do bar, o Sunday Bloody Sunday (R$37), com suco de tomate assado,
infusão de azeitonas pretas, limão siciliano, molho inglês e destilado à
escolha do cliente.

Com consultoria da Chef Joana Carvalho, a famosa Jojô,
proprietária do Jojô Café Bistrô, o cardápio do Vinil traz opções para
acompanhar a extensa carta de drinques. Entre os petiscos, salmão gravlax
servido com blinis e sour cream (R$49), porção de croquete de carne assada
(R$39- 5 unidades) e rolinho de queijo brie com presunto de parma (R$39 – 5
unidades). Destaque também para o cachorro quente (R$39), feito com linguiça de
cordeiro, queijo de cabra e rúcula.

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