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26/06/2015 (Atualizada em 26/06/2015)

Instituto Cultural Germânico traz exposição sobre a origem da vida

A artista Luciane Valença nos convida a uma viagem cósmica


As árvores em muitas culturas são carregadas de simbolismo e religiosidade. Para a maioria dos povos da Mesoamérica ela representava a Via Láctea através da Árvore do Mundo, símbolo maia da criação e da organização da ordem do mundo como os dias e as noites. Luciane Valença nos propõe um paralelo entre a gestação do homem e sua manutenção, até a sobrevivência por meio dessa diversidade.

Possuímos uma espinha dorsal que lembra um tronco, braços que parecem galhos, e cabelos que lembram folhas. Crescemos em direção à luz, da mesma forma que os galhos da árvore esticam-se em direção ao sol. É isso que diz Luciane Valença, que expõe suas obras no Instituto Cultural Germânico de 3 de julho a 01 de agosto. Na exposição 'Cósmicas', ela busca dialogar com o público sobre a conscientização ambiental, o respeito entre gêneros e a gratidão com o universo.

Suas influências, perceptíveis em seus traços, decorrem de um estilo de vida. Criando um estilo único, onde suas cores saltam em curvas. Sempre misturando o mesmo traço do pincel em matizes que parecem não ter um começo ou fim, demarcadas por linhas firmes e contrastes de luz e tons. Figurações e histórias que nos convidam a uma realidade fantástica de um mundo muito particular. 

Luciane Valença traz aos amantes da boa pintura novidades maturadas advindas de inspirações, aspirações, desejos, idiossincrasias e emoções próprias. Faz parte de uma geração de talentosos artistas dispostos a se entregar em revolução estética com intento único de demolir comodidade na criação.

“A humanidade forma a ponte entre a Mãe Terra e a Nação do Céu, e nós, assim como as árvores, pertencemos a estes dois mundos. Para conseguir este equilíbrio, devemos viver em harmonia.'










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