Retrato Rio
28/11/2016 (Atualizada em 28/11/2016)

Vinil Rio: Aposta em coquetelaria clássica e surpreende com suas criações

A luz baixa dita o clima do Vinil e o grande sofá de camurça que ocupa toda a extensão do bar torna o ambiente

Vinil Rio | Foto: Rodrigo Azevedo

O Vinil Rio é um cantinho intimista dedicado aos apreciadores da boa música e coquetelaria em pleno burburinho da Rua Dias Ferreira, no Leblon. Aberto em junho de 2016, o bar encontrou na música a sua principal inspiração, a começar pelo nome. Nas paredes estão expostas mais de 140 capas de LPs, pôsteres de astros internacionais, como Michael Jackson e John Lennon, e três TVs que exibem os clipes da trilha sonora da casa. A música também influenciou na elaboração dos drinques, estrelas do cardápio do bar, e deu nome a eles com os títulos de alguns hits conhecidos do público.

Do balcão de madeira, saem mais de 20 opções de drinques preparados por uma dupla de bartenders: o argentino Martín Lafinur e o colombiano Richard Tafur. São eles os responsáveis por repaginar coquetéis clássicos servidos na casa, “Gosto de modificar receitas. Percebi, por exemplo, que a tequila é uma bebida que pode dar um toque refrescante ao drinque e uma ótima pedida nos dias de calor aqui no Rio. Um exemplo disso é o Fisrt Patron Collins que é feito com Patron Silver e adiciono pepino, xarope, limão e soda, uma combinação suave e refrescante, perfeito para um dia de calor.”, conta Martín. Na dúvida sobre qual coquetel escolher, os 12 lugares disponíveis no balcão são uma ótima opção para o cliente acompanhar de perto a movimentação de bailarinas, dosadores, coqueteleiras e cia, difícil não sair de lá com um copo na mão. “Gosto de destacar o drinque West Hot West que também leva Patron Silver na receita. Finalizo esse drinque com fogo, o que destaca seu aroma e apresentação.”, completa Richard.

A lista de coquetéis inclui o tradicional Mojito numa nova versão onde o rum é substituído pelo gin: o Revolution Mojito (R$43), preparado com Hendricks, grapefruit, hortelã, xarope e soda. A bebida pode também ser pedida com Bombay Sapphire (R$33). A música também inspira a assinatura de alguns drinques da casa. O sexto álbum de Rod Stewart cruzou o Atlântico e desembarcou no bar com o Crossing Atlantic (R$29), receita que leva dois tipos de whisky, Jim Beam White e The Black Grouse, combinado com grapefruit e xarope e Angostura. Tem ainda um  Like a Virgin! A Madonna’s Cocktail (R$31), inspirado no ícone pop, com Grey Goose, romã, limão e cointreau com infusão de limão siciliano. “Quando fiquei sabendo que o bar teria uma identidade musical comecei a pesquisar na internet e vi que a Madonna é fã de romã, então preparei um coquetel em homenagem à ela. Peguei a base do Cosmopolitan e adaptei.”, conclui Martín.

Um dos drinques mais famosos do mundo, o Dry Martini pode ser pedido com até cinco diferentes tipos de gin, de acordo com o gosto do cliente: Bombay Sapphire (R$35), Tanqueray (R$37), Hendricks (R$55), The Botanist (R$55) e Ten Martini (R$45), feito com Tanqueray. Já o Bloody Mary pode ser pedido em sua versão tradicional - à base de suco de tomate, limão siciliano, aipo, manjericão, molho inglês vodca -, ou a receita assinada do bar, o Sunday Bloody Sunday (R$37), com suco de tomate assado, infusão de azeitonas pretas, limão siciliano, molho inglês e destilado à escolha do cliente.

Com consultoria da Chef Joana Carvalho, a famosa Jojô, proprietária do Jojô Café Bistrô, o cardápio do Vinil traz opções para acompanhar a extensa carta de drinques. Entre os petiscos, salmão gravlax servido com blinis e sour cream (R$49), porção de croquete de carne assada (R$39- 5 unidades) e rolinho de queijo brie com presunto de parma (R$39 – 5 unidades). Destaque também para o cachorro quente (R$39), feito com linguiça de cordeiro, queijo de cabra e rúcula.










STES
RODAPE SITE1

© Retrato Rio. Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Rique Botelho